segunda-feira, 16 de março de 2009

:::Momentos De Desequilíbrio::::


Fonte: YouTube

.ok. estou confuso sobre certas atitudes minhas em relacionamentos.

.assistindo "As Pontes de Madison" ontem, recomendado pelo Latinha, repensei muitas coisas. o filme levanta algumas questões muito pertinentes mas aterrorizantes para quem as enfrenta. essa cena do início do post talvez seja o clímax, a mais alta escala emocional do filme. é o momento decisivo. onde você é posto à prova. e lendo uma resenha de Roger Ebert, me deparo com essa afirmação:

"'As Pontes de Madison' é sobre duas pessoas que encontram a promessa de felicidade perfeita e entendem, com tristeza e aceitação, que as coisas mais importantes da vida nem sempre envolvem a felicidade própria."

.dai minhas dúvidas. certa vez fiz de tudo para a felicidade de uma pessoa. e como recompensa, levei um pé, com direito a recriminação pelas minhas atitudes. em outra oportunidade, decidi impôr mais minhas vontades...resultado? outro pé, porque pareci "mimado, birrento, turrão". embora estivesse feliz nas duas situações, ambas acabaram mal, bem mal.

.esse tipo de equilíbrio vem com a maturidade? abrir mão de sua felicidade é realmente compensador? agir de forma contrária o torna um egoísta insensível? pesos e medidas alteram-se caso a caso? qual o limite aceitável da abnegação?

.será que um dia ainda aprendo essa lição?

.abraço.

9 comentários:

Venenoso disse...

Oi Du!]

Sim, o du eh vc! eh um desafiiozinho. Dormi antes de deixar os comments pras pessowas!

E em relação aos sentimentos, vc sempre tem que buscar a sua felicidade, nunca deve-se abrir mao dela. Se vc levou um pé, eh pq essa pessoa nao era pra vc.

hmm escorpiao tb? fogo e intensidade, neh?

bjo!

Serginho Tavares disse...

para cada escolha existe uma renúncia

Mike disse...

querido, é o seguinte...

nós sempre vamos oscilar entre esses dois aspectos: num momento damos preferência à nossa felicidade, num outro momento damos preferência ao dos outros...

no entanto, temos que entender duas coisas:

1 - não temos que fazer felicidade do outro buscando receber algo em troca e sim pq nos agrada fazer a felicidade do outro...

2 - com o tempo (maturidade), o nosso "sofrimento" diminui... pode até acontecer de levar pé na bunda, mas nos importamos menos, damos menos valor a essas questões... aprendemos a entender o outro e nós mesmos...

então o negóciop não é o que fazer daqui em diante nesse rolo que você tá envolvido. o negócio é, na verdade, ter paciência e tentar entender qual a lição que a vida quer te passar com isso tudo!

beijos!

Leo disse...

Não, abrir mão de sua felicidade não é compensador. pode parecer que é, mas cedo ou tarde ela bate na sua porta cobrando.
Essa lição eu já aprendi. Se é pra escolher a felicidade de alguém, escolho a minha!

Não vi este filme... boa dica.
abs

Latinha disse...

Nossa... que bom que você gostou do filme, até hoje não consegui saber se gosto do final ou não desse filme. Metade de mim entende a decisão... outra metade, não... O que diga-se de passagem é bem próximo de uma situação que vivo na prática hoje...

Enfim...quando a sua indagação, não sei se a maturidade ajuda... eu já não estou mais na puberdade faz um tempo... mas há dias que olho no espelho e vejo um "eu" igual ao que via aos 13 anos...

Cada relacionamento é uma história, é um contexto e é uma pessoa. E talvez a lição mais importante também esteja no filme...

"Faça tudo o que for necessário para ser feliz!"

E lembre-se de que não adianta ser "vidente do passado"... preocupe-se como hoje... o passado já foi e o futuro ainda não te pertence...

Abraço para você!

Gay Alpha disse...

Esse filme é um clássico mesmo! É obrigatório para qualquer criatura que goste e pretende entender de "sentir"... Fala do amor em essência, não esse habitual enfoque "pra inglês ver" que a maioria dos filmes nos empurra!!! E essa cena que vc escolheu - é ao meu ver um dos momentos crucias do filme... momentos que todos passamos e que exigem decisões que serão definitivas. Eu já estive várias vezes com a mão na maçaneta das portas... algumas eu abri, outras não.
E sobre aprender lições... pra aprender alguma coisa, precisa primeiro alguém que ensine... hehehe!!!
Hugzzz!!!

PAVINATTO disse...

A lição é: ABSTRAI.

*K-rol* disse...

oie!

passando por aki pela primeira vez...

jah vou deixar a minha opiniao...
bom, eu sou do tipo que faço tudo para que as pessoas a minha volta estejam bem, mesmo sem ser meu namorado e talz, pq assim que eu me sinto bem, mas naum abro mao das coisas que gosto e que me fazem feliz.

jah fui boba de pensar soh no outro e me lascar no final.
agora, eu sinto muito, mas eu sou feliz e se vc suportar isso bem! se naum, tchau!
as vezes paro pra pensar e axo que sou mimada, mas naum quero mudar naum...!

gosto de receber mimos e atençoes, e sou atenciosa e mimo as pessoas tbm! entaum nao me vejo errada!

eh a vida...!
axo que as pessoas tem que se adaptar ao seu jeito e vc tem que agir da forma que achar que deve e que te fizer bem! independe de maturidade, depende de aceitaçao e respeito!

bom, eh isso ai...

beijos!
ateh breve!

Klero disse...

Sinceramente? Eu acho que é sempre do Zero que começamos. As experiências amorosas não valem nada para as que vêm depois delas, porque são outras pessoas, outra dinâmica. Levamos so os traumas...